13.8.11

Uma cama.

      Mais uma vez, novamente, de novo. As palavras certas, na hora certa, me acertaram em cheio enquanto eu  estava mais fragil. Encheu meus olhos de lágrimas, que não foram notadas graças a escuridão do quarto. Um abraço mais forte. Dois corpos. Ela lhe disse tudo que um dia ele já quiz ouvir. E então ficou inerte, pois só queria poder dizer que acreditava nela, que tudo, tudo que ela sentia é recíproco. Ele já não tem mais medo.

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