29.4.13

Em anexo.

"Is it cruel to be kind?
Not to speak my mind 
And to lie to you
Rather than hurt you?


Well I'll confess all of my sins 
After several large gins 
But still I'll hide from you,
Hide what's inside from you

And alarm bells ring
When you say your heart still sings
When your with me, 

Oh darling please forgive me;
But I no longer hear the music"

"Sabe lá o que é se comportar
Sabe lá o que é saber medir
Sabe lá o que é saber frear
Saber se controlar
Saber se reprimir
Eu não sei"

"Logo você
Que dizia saber
Não sabe
Aonde quer chegar"


"Girl, you've got those eyes that see
Help me find the good that's inside me
'Cause you're the only one who really knows
How the feeling comes and why it goes"




"And nobody nowhere understands anything
About me and all my dreams
Lost at sea"


23.4.13

Sobre canetas.

A necessidade de ter um bloco de papel esses dias está GRITANTE.
Ensurdecedor o grito na minha cabeça. O bloquinho de Post-It segura palavras e algumas frases soltas. As notas do iPod não devem se tornar um vício.
Escrever-me de verdade, somente deixando os dedos e o pulso fatigados, meu rosto cansado e forçado, próximo ao pedaço de papel, que cheira como tantas leituras antigas.

Preciso ler sobre como ganhar algumas moedas com meu blog e meus vídeos no youtube.
Ó século XXI.

"Pégaso"
"Vlog sobre HQs"
"Câmera"
"Luminária"
"Cosmofagia"
"Divórcio"
"Casa(Casa?)"

22.4.13

These days, seja de Black Keys ou de Jesus and Mary Chain

To com necessidade de escrever.
Sério.
To respirando o pensamento "eu deveria publicar isso".
Socorro, meus caderninhos acabaram.
To tendo que usar o caderno da escola.


Como caderno de bolso, um bloco de post-it.
Folhas amarelas, quadradas, que não seguram meus pensamentos arredondados.

19.4.13

As I Watch Your Head Turns FullCircle.

To afim de escrever, re-escrever-me, envelhecer-me e não tô nem aí que ninguém vá ler isso.
Não tô nem aí.
Não tô.
Não tô nem aqui.

Toc-toc.
Tem alguém em casa?

Tenho medo do seu instrospecto tão guardado.

Aonde quero chegar.

Mais uma vez, aquele probleminha. Por que essa idade? Por que essa cidade? Por que esse bairro? Por que não chove mais? Por que não abandonam as ruas.
Minhas ruas. São minhas. Pra que eu possa te conduzir de mãos dadas.
Estarei esperando.
O frio deveria chegar.
O barulho na minha casa está absolutamente insuportável.
Essa aqui não é minha casa.
Isso é um abrigo.
Essa mulher tem uma GoPro aqui e eu não posso roubar. Massa.
Quero vender tudo e conseguir uma câmera de verdade. É isso.
O celtx pra iPod custa 18 conto reais. Isso não se faz, gente.
Meus dedos tremem. Eu olho pro céu e quero desistir.
Eu digito, com sorrisos.
Eu queria um espaço escuro, com luzes, e música animada bem alto.
Mas sem ninguém.
Mentira.
Com algumas pessoas que precisam disso também.
Mas sem desconhecidos.
Só com amores.

Tenho a impressão que para quando me sinto infinito, é sempre quando faço algo que sei que estão me julgando. Devo ter uma necessidade de atenção muito grande. Todos sabem que sim. Mas não tenho coragem também.
Essa aqui não é minha casa. Diga isso.
Toda vez que desço neste ponto de ônibus, levo uma facada.

18.4.13

Sonhando.

Imagina seu sorriso, debaixo da chuva, num abraço apertado. Parece bom demais da conta pra este plebeu.

17.4.13

Teo.

Deus nunca quis o bem. Criou o caos, a morte, a doença, o sofrimento e a traiçao do homem ao homem. O Homem, egocentrico como nenhuma outra especie, se viu no direito de querer criar algo que nunca foi visto em sua forma perfeita. O Homem quis criar o Bem, um Deus ainda mais poderoso que o primeiro-criador. As palavras neste caso, foram trocadas historiacamente, pelo apelo a simpatia. Ninguem nunca quer o mau, mesmo esta sendo a virtude original da humanidade. Era melhor entao, trocarmos o nome.
Sejamos humanos, sejamos bons. Sejamos Deus.

14.4.13

Salame bom.

Abraço com sabor de algodão doce. 
Doce sabor baunilha e chocolate.
Tarde sabor laranja pôr-do-sol de longe.
Sapato cor verde de grama.
Flores cancerigínas, bonitas e misteriosas. 
Campo de futebol que deveria ser escola.
Cinema às cegas sabor abraço quando o barulho dá susto.
Dedos que brincam, cruzando-se.
Sorrisos que brincam, beijando-se.
Sentados no estacionamento, rindo e conversando.

Ai se todo domingo fosse assim.

12.4.13

10.4.13

Dos anjos, de mim.

E se eu contasse o quanto me aperto toda noite?
E se eu revelasse toda noite, o quanto me aperto?
E se eu na verdade me sentisse sozinho e não quisesse corrigir isso?
E se na verdade eu esteja me sentindo fracassando cada vez mais?
E se eu quisesse pegar uma mochila e fugir pra encontrar novas pessoas?
E se todo aquele amor que eu declarei pra mais de dez de uma vez só, agora esteja escoado por uma panela de macarrão?

Esse morcego é a consiência.

7.4.13

É uma viagem.

Aí eu fui pra São Paulo. Passei uma sexta-feira rapida com meu amigo Bruno, que me segue aonde eu vou, e que eu amo demais. Entramos num filme de comédia barata, e São Paulo começou a me assustar um pouco, sei lá. Sabado foi dia de Lollapalooza com João e ao conseguir entrar, encontrei uma amiga da internet! Achei isso magico, sei la. Voce nunca ter visto uma pessoa antes, e já ser íntimo dela na primeira vez que se falam ao vivo. Ser Penacho sem ter que tentar ser mais ninguém. São Paulo me deu isso, e eu amei isso. Eu gosto pra caralho daquela cidade, mas nosso relacionamento precisa durar mais pra que eu possa dizer que a amo. Aguardemos. Enfim, João, minha amiga e o namorado dela me abandonaram antes do show começar, e eu fui parar muito na frente do palco, então não tava querendo saber de ninguém. Ia ver QUEENS OF THE STONE AGE ao vivo! Na frente. E foi foda pra caramba. Depois esperei mais uma hora e meia com desconhecidos pra ver BLACK KEYS ao vivo, ali na frente. E foi foda pra caramba. Cabou o show, fui comprar uma água e acho o baterista da Black Drawining Chalks, e PRECISO tirar uma foto com ele pra mostrar pro meu outro amigo da internet, o Lucas. Então, voltei pra casa com a mãe de João. Aí vamos pra Pizzaria e todos acham que eu estou completamente chapado, mas foi só um dia de música que entrou diretamente nas minhas veias. Estou completamente sem voz. Batman. Amanhã tem mais. No domingo, vou só com João pro Lolla e lá encontramos outro amigo meu da internet, hahaha, Raphel! Eita, menino simpático e bonito! Queria que ele vivesse com a gente também, putz. Dançamos muito no som de FOALS, aí Raphael se separou, e fomos correr pelo festival. Achamos gente distribuindo nescauzinho pronto de graça. Aquilo foi o oasis do lolla. Realizei um sonho que eu tinha quando era pequeno, e que nem era mais tão importante: Ver THE HIVES ao vivo. E ver PEARL JAM ao vivo. No show do Pearl Jam nem pulei tanto por motivos de que meu corpo já havia ultrapassado todos os limites. Tipo sério. Tudo pulsava. Tudo vibrava.


Sempre que essas coisas fodas acontecem na minha vida eu esqueço de escrever alguma coisa aqui nesse blog.

As pessoas costumam só querer escrever a parte triste.


Sou meio a meio.


Sou feliz pacas. Vamos.