8.12.12

Sobre o que escrever?

Sobre meus ultimos dias? Sobre todas as reflexões? Sobre todas as inconclusões? Quem sabe. Quem saberia. Quem sabe? Quem saberia?

E se de repente, eu me deitar com você? Desembrulhar aquele papel de bala e te der um beijo na bochecha?

Digam não à generalização do papel-de-bala e do papel que embrulha o chocolate.



Acho que gostaria de viver num filminho em preto-e-branco onde eu trouxesse um buquê de rosas pra  você, e só por causa disso, você se apaixonasse perdidamente por mim.

Acho que prefiro esse clima de "vamos fingir que não sabemos o que está acontecendo".
"Vamos fingir que eu não consigo ler seu pensamento quando você sorri pra mim, fica vermelha e vira o olho." "Vamos fingir que não percebi esses 4 segundos a mais que você me deu no seu abraço". Eu adorei isso. Eu adorei. Ele adorou também.



E de repente, uma mensagem. Uma mensagem que vem primeiro. Que faz ele se sentir minimamente "querido". "Querido" é uma palavra forte, que talvez pudesse ser substituída por "reconhecido". Esta, não parece suficientemente... "importante".





Voltei praquele sonho, de muito tempo atrás. Só que dessa vez, é você. Acordo e é você está aqui embaixo me esperando. Quem diria. Você. Quem diria? Quem. Quem é você? Ainda falta lhe perguntar isso. Que resposta você diria? Que resposta você dirá?

Com quem você sonhou ontem a noite? Fez diferença?


Vem cá me conhecer também. E me desculpa pelo texto puramente "brainstorm". É que eu precisava atualizar meu blog, pra no futuro me lembrar do que estava acontecendo.


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