Me pego acordado numa meia-noite qualquer. Debaixo de estrelas. Estrelas que me entrelaçam com suas caudas de luz e seus sorrisos branquelos. Você também é estrela. Mas eu gosto de me lembrar de você como meu Sol Negro. Uma noite densa, pesada, com muita dificuldade para respirar, dois pares de mão intensos que querem dizer um para o outro o quanto gostam de estar ali naquele momento, naquele segundo, naquela respiração. Ali está tudo bem. São tantas visões. São tantos significados passados pela luz. Pelo seu som
Te seguro pela mão. De quantas formas podemos fotografar esse momento? Você reparou nas pessoas ao nosso redor? A cidade com seu chão metálico vibrante, instável. Teu sorriso, que me segura no ar, que me deixa voar, que não me permite sonhar com o mundo das dores.
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