19.7.15

quinta-feira.

   E depois de tudo, quando rabisco o papel e paro para notar como é que tudo vai saindo da minha cabeça, não encontro o decisivo ponto final.

De onde tudo vai significar enfim em outras cabeças, a perda é um total desastre.

 Aonde terá se enterrado? Ao final de que que arco-íris? Ouço minha voz com outro sotaque e mais grossa.

Tenho medo de Deus e da crise do país.

 Em breves instantes (realmente breves), a luz infiltra e marca. Ganho confiança.

 Com certeza, vírgulas.

Talvez seja a falta de coragem em não repetir.

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