E obrigado por continuar assim. Você me deixa feliz, você me escuta, mesmo se eu repito as mesmas coisas, você já nem sabe mais quantas vezes. Você nem liga, se eu digo que vou parar, quando eu e você sabemos que eu vou continuar na mesma coisa, ou que daqui a pouco eu vou voltar a fazer o de sempre. O de sempre ainda está aí, com toda a diferença.
Se você voltar, e eu sei que você também volta de vez em quando, vai perceber mais uma vez, como tudo mudou, vai até lembrar como tudo começou. Mas tente agora lembrar, daqueles pequenos momentos que fizeram virar o que é hoje. Pois foram eles os principais responsáveis por nós. Perceba que eles continuam agora, com mais pessoas, com menos pessoas. Com mais confiança e nada menos. Com mais intimidade, e sem nem a graça de não saber o que cada um fez, ou de não perceber quando cada um não está bem. Mas as outras graças, aquelas de se poder falar, qualquer, qualquer coisa, sem ter o receio de um julgamento relevante.
Obrigado amigo. Você está no plural. Um plural confortável, que se não tivesse um ''s'' no final, talvez não me deixasse dormir a noite. Obrigado e continue assim, pois eu pretendo continuar seguindo.
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