6.3.13

Ofegante.

Essa semana acho que me sinto mais livre. Sei que independente do meu estado emocional, eu continuo correndo e fazendo minhas caretas que podem fazer alguém rir. Mas quando se está livre, você pode rir junto. E assim, eu corro mais. Assim, eu grito mais alto ainda.

Acho que talvez eu tenha ficado hospedado numa casa assombrada por um espirito de um fantasma de um palhaço que não consegue se desprender da Terra pois não animou gente o suficiente enquanto vivo. E aí esse danado encostou em mim. Se for esse o caso, espero que ele fique comigo até os meus últimos dias. 

Parte de todas as piadas é exagero, é forma de chamar atenção, é encenação, mas quando é alguma história, nenhuma delas vai ser mentira. Então peço que ouçam minha história quando eu quiser contar, pois vai que eu morro amanhã fazendo esse drama hoje?

Ah, falar nisso, me sinto mais livre daqueles dramas hormonais masculinos que me atacavam de repente. Agora só estou exausto com o tanto que tenho me esforçado. E feliz que já começou a dar certo. Mas é só um comecinho de nada. 

E finalmente, tenho conseguido me afastar das paixonites impulsivas. Tá, é um recorde de tipo duas semanas, mas ta indo bem. No momento, estou rodeado de novas amizades e estão achando que eu estou paquerando todas elas (risos). Pode até parecer, mas necas. Nem quero. Let's keep it slow


Ontem eu me afoguei nesse oceano salgado. Amanhã eu vou aprender a respirar de baixo d'água. Hoje, eu estou afim de pescar botas velhas.

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